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Ficha não verificada. Os números abaixo ainda não foram conferidos no texto original. Ela não sustenta nenhum Guia até ser refeita com a fonte aberta.

Schwartz & Han (2014): escolaridade relativa dos cônjuges e divórcio

não verificadoevidência forte
Referência
Schwartz CR, Han H. The reversal of the gender gap in education and trends in marital dissolution. American Sociological Review 79(4):605–629, 2014. Texto completo aberto: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4212646/ Abrir o estudo (abre em outra aba)
Verificação
Ainda não conferida na fonte.
Por que forte
Grandes amostras nacionais dos EUA, mais de 50 anos de coortes.
Amostra
39.589. NSFG (1973–1995, 2002, 2006–2010) e PSID combinados; N = 39.589 no modelo agrupado (Tabela 3). Não é representativa da população.
Desenho
transversal (um retrato num momento)
País e período
EUA · casamentos formados entre 1950 e 2004
Financiamento e conflito de interesse
Acadêmico; não conferido em detalhe.

O que mediu

O risco de divórcio em três tipos de casal:

  • homogâmicos: mesma escolaridade;
  • hipergâmicos: marido mais escolarizado (grupo de referência);
  • hipogâmicos: esposa mais escolarizada.

O estudo mede como esse risco mudou entre coortes.

Desenho, como descrito antes da migração: modelos de risco de dissolução por coorte de casamento.

Achados

  1. HR = 1,51 (p < 0,01)
    Esposa mais escolarizada, coorte 1950–54

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 3

  2. HR = 0,82 (não significativo)
    Esposa mais escolarizada, coorte 2000–04

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 3

  3. HR = 1,09 (não significativo)
    Mesma escolaridade, coorte 1950–54

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 3

  4. HR = 0,78 (p < 0,05)
    Mesma escolaridade, coorte 2000–04

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 3

Razões de risco versus casais com marido mais escolarizado (Tabela 3, Modelo 2):

  • A desvantagem dos casais em que a esposa tem mais estudo desapareceu nas coortes recentes.
  • Casais com a mesma escolaridade ficaram relativamente mais estáveis com o tempo.
  • Os autores leem isso como sinal de uma mudança para parcerias mais igualitárias.

Limitações

  • Só EUA; o Brasil não foi estudado.
  • A coorte mais recente (2000–04) tem pouco tempo de exposição; as estimativas são imprecisas, e os próprios autores dizem isso.
  • Observacional: a homogamia pode refletir outras afinidades (classe, rede social) e não ser causa.
  • Desenho classificado como transversal na migração; conferir na fonte.

Citada em

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Como ler

lido no original
os números foram conferidos no texto completo do estudo.
parcial
conferido no resumo ou na página oficial, não no texto completo.
não verificado
ainda não conferido na fonte. Não sustenta nenhum Guia.
forte
amostra grande e representativa, replicado ou meta-análise.
moderada
bom desenho, mas uma amostra só, um retrato num momento ou um viés conhecido.
fraca
amostra pequena, não representativa, comercial ou com conflito de interesse.