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Ficha não verificada. Os números abaixo ainda não foram conferidos no texto original. Ela não sustenta nenhum Guia até ser refeita com a fonte aberta.

Lampard (2020): onde casais britânicos que moram juntos se conheceram

não verificadoevidência forte
Referência
Lampard R. Meeting online or offline? Patterns and trends for co-resident couples in early 21st Century Britain. Sociological Research Online, 2020. Texto completo aberto (manuscrito aceito, WRAP, Warwick): https://wrap.warwick.ac.uk/131685/ Abrir o estudo (abre em outra aba)
Verificação
Ainda não conferida na fonte.
Por que forte
Amostra probabilística de domicílios (NATSAL-3), com 6.716 casais co-residentes na análise.
Amostra
6.716. NATSAL-3 tem 15.162 pessoas de 16–74 anos em amostra probabilística de domicílios da Grã-Bretanha; a análise usa 6.716 casais co-residentes (4.701 desde 1990). Representativa da população.
Desenho
transversal (um retrato num momento)
País e período
Reino Unido · NATSAL-3, 2010–2012; casais que passaram a morar juntos de 1990 a 2012
Financiamento e conflito de interesse
Pesquisa acadêmica; NATSAL é financiada por fontes públicas; nenhum conflito identificado.

O que mediu

Onde casais que moram juntos (casados ou não) se conheceram, por período de início da co-residência, e quem tem mais chance de ter se conhecido online.

Desenho, como descrito antes da migração: transversal retrospectivo.

Achados

  1. 1990–1999: 24,8; 2000–2003: 22,2; 2004–2007: 23,0; 2008–2012: 25,8
    Conheceram-se por amigos/família (%)

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

  2. 1990–1999: 20,4; 2000–2003: 22,8; 2004–2007: 17,5; 2008–2012: 16,3
    No trabalho (%)

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

  3. 1990–1999: 21,5; 2000–2003: 21,1; 2004–2007: 19,8; 2008–2012: 16,0
    Em pub/balada/dança (%)

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

  4. 1990–1999: 5,9; 2000–2003: 6,3; 2004–2007: 7,0; 2008–2012: 8,3
    Na faculdade (%)

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

  5. 1990–1999: 5,4; 2000–2003: 6,1; 2004–2007: 5,4; 2008–2012: 6,9
    Na escola (%)

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

  6. 1990–1999: 0,2; 2000–2003: 1,5; 2004–2007: 5,1; 2008–2012: 7,3
    Em site/app de encontro (%)

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

  7. 1990–1999: 0,2; 2000–2003: 1,0; 2004–2007: 1,7; 2008–2012: 3,6
    Em outro meio online (%)

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

  8. 1990–1999: 1.267; 2000–2003: 907; 2004–2007: 1.247; 2008–2012: 1.280
    N de casais por período

    Trecho do original ainda não conferido.

    Onde: Tabela 1

Tabela 1 do artigo (percentuais por período em que o casal passou a morar junto):

  • Online no total subiu de 2,5% (2000–2003) para 10,9% (2008–2012).
  • O online substituiu principalmente pubs, baladas e lugares públicos, e não amigos/família.
  • Conhecer-se online não aparece ligado à classe social, e a homogamia dos casais online não difere sistematicamente da dos contextos offline mistos.

Limitações

  • Dados até 2012, antes dos apps de swipe dominarem.
  • Só casais co-residentes; namoros sem morar junto ficam de fora.
  • Não mede qualidade nem duração.

Citada em

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Como ler

lido no original
os números foram conferidos no texto completo do estudo.
parcial
conferido no resumo ou na página oficial, não no texto completo.
não verificado
ainda não conferido na fonte. Não sustenta nenhum Guia.
forte
amostra grande e representativa, replicado ou meta-análise.
moderada
bom desenho, mas uma amostra só, um retrato num momento ou um viés conhecido.
fraca
amostra pequena, não representativa, comercial ou com conflito de interesse.