Ficha não verificada. Os números abaixo ainda não foram conferidos no texto original. Ela não sustenta nenhum Guia até ser refeita com a fonte aberta.
Bergström (2016): quem usa sites de encontro na França e quem encontra o cônjuge neles
- Referência
- Bergström M. Sites de rencontres : qui les utilise en France ? Qui y trouve son conjoint ? Population & Sociétés n° 530, Ined, fevereiro de 2016. O site do Ined estava fora do ar em 2026-10-18; o texto completo foi lido numa cópia do PDF original: https://www.parent-solo.fr/fichiers/population-112102.societes Abrir o estudo (abre em outra aba)
- Verificação
- Ainda não conferida na fonte.
- Por que forte
- Amostra aleatória e representativa de 7.825 pessoas (pesquisa Épic, Ined-Insee).
- Amostra
- 7.825. 7.825 pessoas de 26 a 65 anos, amostra aleatória e representativa, que descreveram 14.699 relações importantes. Representativa da população.
- Desenho
- transversal (um retrato num momento)
- País e período
- França · 2013–2014 (pesquisa Épic), com comparação com a pesquisa CSF de 2006
- Financiamento e conflito de interesse
- Instituto público de demografia (Ined) e de estatística (Insee); nenhum conflito.
O que mediu
Uso de sites de encontro na França e quantos casais se formaram por eles, comparados com outros contextos de encontro.
Desenho, como descrito antes da migração: transversal retrospectivo (história de relações).
Achados
- 14%Já se inscreveu em site de encontro (26–65 anos, 2013)
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: Tabela 1
- 16%–18%Idem, estimativa para 18–65 anos
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: Tabela 1 e Encadré 2
- 36% (mulheres: 23%)Homens de 26–30 anos que já se inscreveram
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: Figura 2 e texto
- menos de 9%Conheceram o parceiro atual (encontro entre 2005 e 2013) em site
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: p. 3
- 5º lugar, atrás de trabalho, festas entre amigos, lugares públicos e espaço domésticoPosição dos sites entre os contextos de encontro (2005–2013)
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: p. 3
- 5%Primeiras uniões (2005–2013) nascidas em site
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: p. 4
- 10%Uniões posteriores (recasamentos etc.) nascidas em site
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: p. 4
- 1 em 3Casais do mesmo sexo (2005–2013) formados em site
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: Encadré 3
- 2% (7% tiveram relações menos importantes por site)População total: conheceu o cônjuge atual em site
Trecho do original ainda não conferido.
Onde: p. 4
- A autora critica sondagens por painel online com cotas: uma de 2014 dava 34% de uso, o dobro do que a amostra aleatória mostra (Encadré 2).
- Também critica a definição ampla de "conheceu online" do HCMST: com uma definição estrita (só sites de encontro), os EUA no fim dos anos 2000 cairiam de 22% para cerca de 9% das relações.
Limitações
- Dados de 2013–2014, antes da popularização dos apps de swipe.
- Só pessoas de 26 anos ou mais; os jovens de 18–25 ficaram de fora.
- Não mede qualidade nem duração da relação por contexto de encontro.
Citada em
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Como ler
- lido no original
- os números foram conferidos no texto completo do estudo.
- parcial
- conferido no resumo ou na página oficial, não no texto completo.
- não verificado
- ainda não conferido na fonte. Não sustenta nenhum Guia.
- forte
- amostra grande e representativa, replicado ou meta-análise.
- moderada
- bom desenho, mas uma amostra só, um retrato num momento ou um viés conhecido.
- fraca
- amostra pequena, não representativa, comercial ou com conflito de interesse.